Babel
1995
- Ka Kã (Índios Urubu) 5:45
- Fábula (Rodolfo Stroeter/Lelo Nazario) 06:24
- 3 Segredos (Lelo Nazario/Zé Eduardo Nazario) 08:48
- Olho d’Água (Marlui Miranda) 03:00
- Babel (Rodolfo Stroeter/Lelo Nazario) 05:47
- Uluri (Marlui Miranda) 03:38
- Cordilheira (Nenê) 08:20
- Tocaia (Z. E. Nazario, Stroeter, Nazario, Miranda, Cardoso) 02:13
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Festa na Rua (Rodolfo Stroeter/Lelo)
- Ñaumus (Índios Yanomami de Roraima) 00:29
- Kã Kã (Índios Urubu) 05:19
- Ritual (Lelo Nazario) 03:38
- Matilha (Rodolfo Stroeter) 02:37
- Ñaumus (Índios Yanomami de Roraima) / Festa na Rua (Rodolfo Stroeter/Lelo Nazario) 03:31
Faixas Bônus
Lelo Nazario – piano e teclados
Rodolfo Stroeter – baixo elétrico e baixo acústico
Marlui Miranda – voz, violão, flautas de bambu e flauta Kuluta
Teco Cardoso – saxofone, flautas de bambu e flauta Kuluta
Zé Eduardo Nazario – bateria e percussão
Produzido por Rodolfo Stroeter
Gravado e mixado no Rainbow Studio em Oslo, Noruega em dezembro/1993 por Jan Erik Kongshaug. Remasterizado por Lelo Nazario no Utopia Studio em São Paulo em fevereiro/2012.
Projeto gráfico - Red Herring Design / Marcílio Godoi
Faixas bônus: Gravações realizadas no estúdio Rack, São Paulo em outubro/1992.
O álbum Babel foi produzido logo após uma turnê que o grupo realizara pela Europa. Rodolfo Stroeter lembra: “O repertório desse disco já estava bem ‘rodado’, quando chegamos à Noruega. Como já conhecíamos o estúdio, esse disco foi gravado de maneira mais rápida ainda do que o Metrópolis Tropical. Babel é um disco gravado praticamente ao vivo, com pouca coisa consertada ou inventada no estúdio”.
A participação de Marlui Miranda cresceu bastante nesse trabalho. “Com a Marlui, que trouxe a música indígena para o Pau Brasil, a mistura de linguagens diferentes aumentou mais ainda nessa gravação. Ficou mesmo uma babel”, comenta Lelo Nazario.
Autora das composições “Olho d’Água”, “Uluri” e da coletiva “Tocaia”, além do arranjo de “Kã Kã” (Índios Urubu-Kaapor), Marlui chama atenção para o método de criação coletiva do Pau Brasil. “Todos tiveram participação nesses arranjos, porque o jeito do grupo conceber os arranjos é assim mesmo: tudo junto.”
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