Pindorama
1986
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Pindorama (Ayres, Sion, Bellinati, Stroeter, Wyatt) 05:15
- Alakãi (Hermeto Paschoal) 03:00
- Lundu (Paulo Bellinati) 06:07
- Modinha (Paulo Bellinati) 04:35
- Fogo no Baile (Nelson Ayres) 07:11
- Dança (Martelo) da Bachianas Brasileiras nº 5 (Heitor Villa-Lobos) 04:26
- Só por Amor (Baden Powell/Vinícius de Moraes) 03:35
- Bye Bye Brasil (Roberto Menescal/Chico Buarque) 03:36
- Caminho de Casa (Nelson Ayres) 07:23
- Estilingue (Paulo Bellinati) 08:10
Faixas Bônus
Nelson Ayres - piano e teclados
Rodolfo Stroeter - baixo elétrico e baixo acústico
Paulo Bellinati – violão e guitarra
Roberto Sion - flauta e saxofones
Bob Wyatt – bateria
Participação especial de Hermeto Paschoal (teclado) e Marlui Miranda (percussão e vozes) em "Alakãi"; Dirceu Medeiros (berimbau e percussão), Oswaldinho da Cuíca (congas) e Ubaldo (agogô e surdo) em "Lundu".
Gravado no estúdio Copacabana em São Paulo
Mixagem - Vicente Salvia e Rodolfo Stroeter no estúdio Cardan em São Paulo
Remasterizado por Lelo Nazario no Utopia Studio em São Paulo em fevereiro/2012
Projeto visual - Elifas Andreato
Faixas bônus: Gravação ao vivo na Rádio Suisse Romande – Genebra, Suíça em 1986.
Pindorama, premiado segundo álbum do grupo, traz uma dinâmica inovadora para a evolução do Pau Brasil. No repertório, compositores que são uma referência para a música brasileira: Villa-Lobos, Chico Buarque, Baden Powell, Hermeto Pascoal, além de composições inéditas e coletivas criadas pelo grupo.
O álbum traz a gravação de Dança (Martelo) das “Bachianas Brasileiras nº 5”, primeira releitura do Pau Brasil de uma obra de Heitor Villa-Lobos.
Destaque também para a gravação de “Lundu”, de Bellinati. “Foi um laboratório de sons. Ficou quase uma trilha sonora, bem descritiva”, define o compositor, contando que o grupo levou correntes, chicotes e outros objetos incomuns para o estúdio, com os quais produziu os ruídos que aludem às violências praticadas contra os escravos.
“Pindorama”, a faixa inicial, foi concebida no próprio estúdio. “Decidimos fazer um tema para abrir o disco. Alguém sugeriu uma frase ascendente, sem pensar em harmonia ainda. Outra pessoa respondeu aquela frase, e então fizemos uma ponte. Foi uma criação coletiva”, relembra Roberto Sion.
