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Música Viva 
1993
  1. Cordilheira (Nenê) 08:16
  2. Tocaia (Miranda, Nazario, Z. E. Nazario, Stroeter, Cardoso) 03:15
  3. Festa na Rua (Rodolfo Stroeter/Lelo Nazario) 06:22
  4. Metrópolis Tropical (Lelo Nazario) 07:39
  5. Olho d’Água (Marlui Miranda) 02:53
  6. Espíritos da Mata (Rodolfo Stroeter) 12:40

  7. Faixas Bônus

  8. Troncos (Marlui Miranda) 02:18
  9. Cantiga Nanani (Marlui Miranda) 04:14
  10. Cantiguinha (Rodolfo Stroeter/Marlui Miranda) 02:53
  11. Uluri (Marlui Miranda) 04:23
  12. Margem (Lelo Nazario) / Índios na Mata (Paulo Bellinati) 03:57
  13. Suíte Arawete (Lelo Nazario) 16:04
Lelo Nazario - piano e teclados
Rodolfo Stroeter - baixo elétrico e baixo acústico
Marlui Miranda – voz, violão e flautas indígenas
Teco Cardoso – saxofone, flauta e flautas de bambu
Zé Eduardo Nazario – bateria e percussão

Gravado ao vivo no SESC Pompéia, São Paulo em setembro/1993 por Alberto Ranellucci e remasterizado por Lelo Nazario no Utopia Studio em São Paulo em fevereiro/2012.
Projeto gráfico - Claudia Ferlauto
Capa - óleo de Siron Franco

Faixas bônus: Trilha sonora gravada pelo Pau Brasil para a exposição multimeios “Arawete: Visão de um Povo Tupi da Amazônia”.

Único álbum do Pau Brasil gravado ao vivo, Música Viva resultou de um convite para que o grupo participasse do projeto Brasil Musical, que registrou apresentações dos principais nomes da música instrumental brasileira no ano de 1993 em São Paulo.
“O nosso set deveria ter 40 minutos, por isso criamos duas suítes que cobriam essa duração e trabalhamos longamente na definição do tempo para os improvisos”, relembra Rodolfo Stroeter.
A primeira suíte reúne três temas: “Cordilheira” (Nenê); a coletiva “Tocaia”; e “Bambuzal”, de Lelo Nazario e Stroeter.
Outras três composições formaram a segunda suíte: “Metrópolis Tropical”, de Lelo Nazario; “Olho d’Água”, composição da cantora e violonista Marlui Miranda, que acabara de entrar no grupo; e “Bambuzal” (Stroeter e Nenê).
“O que foi gravado naquela noite é exatamente o que se ouve no disco e a expansão sonora do grupo fica clara com as participações de Zé Eduardo Nazario e Marlui Miranda”, comenta Stroeter.
A elaboração musical do Pau Brasil aponta para a miscigenação entre a música primitiva e a música contemporânea que viria a ser ainda mais explorada no álbum “Babel”.